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Campinense é atropelado pelo Bahia e dá adeus à Copa do Brasil

Acabou a participação do Campinense na Copa do Brasil. E de uma maneira humilhante. Em casa, o time raposeiro acabou tomando uma goleada do Bahia por 7 a 1, no Estádio Amigão, em Campina Grande.

O time raposeiro até deu a impressão de que iria incomodar os visitantes. Isso porque, abriu o placar com Cadu, mas depois foi tomando um gol atrás do outro.

Rossi foi o destaque do Tricolor baiano, com a marcação de três gols. Os outros foram de Juninho Capixaba (2), Gilberto e do raposeiro Kemerson, contra.

Agora o Bahia espera o vencedor do duelo entre Jaraguá/GO x Manaus/AM. marcado para o dia 18. Já o Campinense agora concentra suas atenções para o Campeonato Paraibano, no qual estreia dia 17 diante do São Paulo Crystal.

O JOGO
O time tricolor começou assustando logo cedo. Rossi cruzou da esquerda e na entrada da pequena área Gilberto cabeceou. Rubens Júnior precisou se esticar para desviar a bola para escanteio aos 3 minutos de jogo.

Mas quem saiu na frente do placar foi o Campinense. Aos 17 minutos, Ruan Carlos dividiu com a defesa na meia-lua da grande área e a bola sobrou para Cadu, que da marca do pênalti, bateu firme de canhota e estufou a rede de Douglas para abrir o marcador.

O Bahia tentou empatar logo na saída de bola. Em jogada da esquerda, Gabriel Novaes cruzou da esquerda e Rossi dividiu com o goleiro raposeiro, que fez grande defesa e mandou pela linha de fundo.

Aos 19 minutos, após cobrança de escanteio da esquerda, Rubens Júnior saiu mal, Lucas Fonseca cabeceou e a zaga afastou o gol em cima da linha.

Era muita pressão dos visitantes em busca do empate, e ele veio em grande estilo. Aos 23 minutos, Patrick lançou Rossi, que apareceu livre na grande área e deu uma bicicleta, encobrindo o arqueiro rubro-negro e marcando um golaço no Amigão.

Três minutos mais tarde, a virada. Gabriel Novaes invadiu a área pela esquerda e bateu cruzado para Rossi, mais uma vez livre na grande área, só completar de direita para fazer seu segundo gol no jogo.

Era uma pressão absurda do time baiano e aos 29, Gilberto finalizaria livre na grande área, mas foi derrubado por Júnior Gaúcho.

O árbitro capixaba Dyorgines José Padovani de Andrade marcou pênalti. Na cobrança, o próprio camisa 9 bateu de direita no meio do gol, mas Rubens Júnior defendeu com as pernas.

Próximo do fim do primeiro tempo, aos 41 minutos, o Campinense teve boa chance de marcar de novo. Após recuo de Juninho para Douglas, o juiz marcou tiro-livre indireto na linha da pequena área. Na cobrança, Allefe aproveitou a bola rolada, mas mandou na barreira, que estava em cima da linha.

Voltando ao ataque, o Bahia fez o terceiro de forma bem confusa. Rossi fez grande jogada pela esquerda aos 44, invadiu a área e tocou para Gilberto. Kemerson tentou afastar a bola que vinha mansamente, mas o zagueiro chutou de canela e a bola foi para o fundo do gol.

Segundo tempo

Logo aos 3 minutos, o Bahia marcou o quarto. Após bom lançamento de Patrick, Gilberto chegou na entrada da área e só rolou para Rossi, livre no meio, tocar para o gol vazio e anotar seu terceiro no jogo.

A goleada aumentou aos 13 minutos quando Rossi cruzou da direita e Juninho Capixaba bateu de esquerda, após aparecer livre na área, e marcou o quinto do tricolor.

Em uma rara oportunidade, o Campinense atacou aos 23 minutos, quando Matheus Regis apareceu na entrada da área e rolou para Jackinha, que bateu firme de pé esquerdo e mandou a bola perto do poste esquerdo do Douglas, que ficou apenas olhando.

Os chutes de fora eram as únicas chances da Raposa, que não conseguia furar o bloqueio da defesa. Buscando uma eliminação honrosa, aos 28, Daniel chutou da intermediária e obrigou o goleiro baiano a se esticar todo para mandar para escanteio.

Mas em ritmo de treino, só Gilberto buscava jogo pelo Bahia, incomodado pela seca em seu retorno. E aos 36, Juninho Capixaba entrou como quis pela esquerda e cruzou para Gilberto, que apareceu sozinho na pequena área para bater com raiva e estufar as redes rubro-negras.

Ainda deu tempo para o placar se assemelhar ao vexame da seleção brasileira de 2014. Juninho Capixaba bateu de direita, sem força, da entrada da área, mas Rubens Júnior não chegou nela, e o placar ficou em 7 a 1.

Com Voz da Torcida / Fotos: Leonardo Silva/Paraibaonline

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O Serra Branca Esporte Clube anunciou, por meio das redes sociais, nesta quarta-feira (9), o empréstimo do jovem atleta Pedro Vitor ao Atlético Clube de Santa Rita.

Formado nas categorias de base do Serra Branca, Pedro Vitor terá agora a oportunidade de defender o Santa Rita na disputa da Segunda Divisão do Campeonato Paraibano, buscando ganhar experiência e minutos em campo.

Natural do município de Caraúbas, no Cariri paraibano, mais precisamente do distrito de Barreiras, Pedro Vitor representa mais um talento formado na região que busca espaço no futebol profissional.

O jovem atleta é irmão do goleiro Caio Ramon, também natural de Caraúbas e que recentemente teve seu contrato renovado pelo Serra Branca SAF para a sequência da temporada.

O empréstimo de Pedro Vitor faz parte do processo de desenvolvimento do atleta, que terá pela frente um novo desafio na carreira e a oportunidade de seguir evoluindo dentro das quatro linhas.

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