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Paraibano Petrúcio Ferreira será porta-bandeira do Brasil na abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio

O paraibano medalhista paralímpico Petrúcio Ferreira, do atletismo, será o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, ao lado de Evelyn Oliveira, da bocha. A abertura da competição acontece no dia 24 de agosto (terça-feira), no Estádio Nacional do Japão, às 8h (horário de Brasília).

Também participarão do desfile pela delegação brasileira a técnica da classe BC4 da bocha e staff da atleta Evelyn, Ana Carolina Alves, e o diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Alberto Martins.

Tanto Petrúcio quanto Evelyn foram medalhas de ouro na última edição do megaevento paradesportivo, no Rio 2016, e atuam em duas das modalidades que mais subiram ao pódio pelo Brasil na história dos Jogos Paralímpicos.

Petrúcio é velocista da classe T47 (para amputados de braço) e acumulou conquistas como dois ouros no Parapan de Toronto 2015 nos 100m e nos 200m. Em sua estreia nos Jogos Paralímpicos, no Rio 2016, sagrou-se campeão nos 100m e prata nos 400m e no revezamento 4x100m.

“Na minha segunda edição de Jogos e já ter essa honra. Fica difícil descrever do tamanho da alegria, representar toda uma nação, todos os atletas, e todo o Movimento Paralímpico e para as pessoas com deficiência. Seria ainda mais legal se tivesse público [no estádio], mas é um privilégio só estar lá com a bandeira do nosso país, fico sem palavras”, afirmou Petrúcio, que sofreu um acidente em uma máquina de moer capim quando tinha dois anos e perdeu parte do braço esquerdo.

Atleta paralímpico mais rápido do mundo, com a marca de 10s42 que registrou na semifinal dos 100m no Mundial de atletismo, em Dubai 2019, Petrúcio disse acreditar que outro atleta seria o mais indicado para ser nomeado porta-bandeira do país.

“Um grande nome seria o Daniel Dias, um grande nome, a história que ele tem no esporte paralímpico é incrível. Inspira qualquer atleta”, apontou.

A delegação brasileira será composta por 260 atletas (incluindo atletas sem deficiência como guias, calheiros, goleiros e timoneiro), sendo 164 homens e 96 mulheres, além de comissão técnica, médica e administrativa, totalizando 434 pessoas. Jamais uma missão brasileira em Jogos Paralímpicos no exterior teve tamanha proporção.

Cariri Esporte

Com Jornal da Paraíba/Entre Linhas – Foto: Ale Cabral/CPB

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Cinco jovens atletas da Escolinha Independente de Gurjão estão representando o município de Gurjão e o Cariri no cenário do futebol paraibano. Gabriel Moraes, Richard Garcia, Alisson, João Gabriel e Luan Araújo, este último pertencente ao distrito de Malhada da Roça, em São João do Cariri, integram o elenco da Sociedade Esportiva Queimadense, que disputa o Campeonato Paraibano Sub-13.

Os jovens caririzeiros vêm ganhando destaque na equipe e contribuindo com o desempenho da Queimadense em uma das principais competições de categorias de base do estado. A participação representa uma importante oportunidade para os atletas adquirirem experiência e ampliarem seus horizontes dentro do futebol.

Os cinco jogadores são formados pela Escolinha Independente de Gurjão, projeto social sem fins lucrativos que busca proporcionar oportunidades para jovens talentos, além de trabalhar valores como disciplina, responsabilidade, convivência e trabalho em equipe.

O projeto tem como responsáveis Pedro Japa, Lucian Silva (LS) e Wedyvan Morais, que acompanham de perto o desenvolvimento dos jovens e trabalham para ampliar as oportunidades daqueles que sonham em seguir carreira no futebol.

Defendendo as cores da Sociedade Esportiva Queimadense, Gabriel Moraes, Richard Garcia, Alisson, João Gabriel e Luan Araújo levam o nome de Gurjão e também da Malhada da Roça aos gramados paraibanos, construindo experiências importantes para suas trajetórias esportivas.

A presença desses jovens no Campeonato Paraibano Sub-13 reforça a importância dos projetos de base e mostra que o Cariri paraibano continua revelando talentos e criando oportunidades para uma nova geração de atletas.

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